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01/10/2019 - 13:55

RN não adere ao programa de escolas cívico-militares do governo Bolsonaro

Do Nordeste, apenas o Ceará aderiu ao programa, que começará em 2020 com 54 unidades de ensino nesse modelo no país

Brasília - O governo do Rio Grande do Norte não aderiu ao modelo de escolas cívico-militares do governo federal. De acordo com o Ministério da Educação, quinze estados e o Distrito Federal aderiram ao modelo. O prazo para manifestar interesse em participar do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares terminou na última sexta-feira (27).

Segundo o MEC, as regiões Centro-Oeste, Sul e Norte tiveram adesão de todos os estados. No Nordeste, apenas o Ceará aderiu ao programa e, no Sudeste, Minas Gerais. Para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a adesão “foi muito boa. Estamos animados e vamos começar o projeto”. 

Weintraub lembra que essa é uma das bandeiras presentes no programa de governo do presidente Jair Bolsonaro. “Agora está sendo implementado”. O modelo chegará, em 2020, a 54 escolas. O objetivo é selecionar duas instituições de ensino em cada estado. 

De acordo ainda com o MEC, entre os dias 4 e 11 de outubro, as prefeituras deverão solicitar participação. O Ministério esclarece que podem solicitar participação, inclusive os municípios de estados que não aderiram ao programa.

Adesão - Aderiram ao programa as seguintes unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O Ministério da Educação vai liberar R$ 54 milhões para o programa em 2020, sendo R$ 1 milhão por escola. Segundo Weintraub, o orçamento está garantido. (Com informações da EBN)

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