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Disse que o uso do guincho particular vai continuar até que seja resolvida uma licitação para compra de cinco guinchos pelo Governo do Estado, dos quais dois seriam para Mossoró e três para Natal.

Até aí tudo normal, se não fora um "pequeno" detalhe: a licitação, segundo ele, começou em 2007. É o que se pode chamar de "licitação de rosca" (demorada), pois um processo "normal" duraria uns dois meses, não dois anos.

A polêmica surgiu quando o DPRE começou a usar guinhos de empresas particulares para rebocar os veículos retidos pelo órgão, cobrando dos donos taxas que variam de R$ 70,00 (motos) a R$ 120,00 (carros).

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