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No caso de Mossoró, nos próximos três anos, a Prefeitura deixará de receber R$ 5 milhões de ICMS, R$ 2 milhões dos quais somente este ano, o que motivou a readequação orçamentária.

A prefeita Fafá Rosado fez questão de assegurar que os cortes no orçamento são necessários e não atingirão os investimentos e manutenção dos serviços nas áreas da saúde e da educação. Os gastos com o funcionalismo público também estão preservados pela medida.

- Como a Lei Robin Hood condenou Mossoró a perder receita, algo em torno de R$ 2 milhões ao ano, alguns projetos terão de ser revistos. Teremos de trabalhar no sentido de que setores como saúde, educação e servidores municipais não sejam penalizados - disse Fafá.

O secretário de Planejamento e Finanças, Canindé Maia, explicou que diante do planejamento que vem sendo feito pela prefeitura, o impacto da perda de dois milhões deve ser absorvido de forma a não trazer muitos prejuízos à administração municipal.

- Já havia sido contabilizada a previsão dessa redução, o que nos deu a oportunidade de discutir e orientar os demais secretários na elaboração de metas para este ano, já prevendo a redução de receita - justificou Canindé Maia. " />