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Na Alern, a Operação Cabastra Real, do MPRN, apura o desvio de R$ 2,44 milhões por meio da contratação de "funcionários fantasmas", uma velha prática da instituição. 

A Chefe de Gabinete da Assembleia Legislativa, Ana Augusta Simas, foi presa. Ela é apontada como "peça-chave" no esquema de corrupção.

Depósitos no valor de R$ 13 mil eram feitos nas contas dos servidores “fantasmas” e sacados, integralmente, evidenciando a velha prática delituosa.

Já as Prefeituras são alvos das Operações Guaraíras e Titereiros.

Cerca de 120 policiais federais cumprem 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 14ª. Vara da Justiça Federal. A investigação teve início há dois anos. Segundo a PF, um engenheiro civil, já condenado e processado pela Justiça Federal por fraudar licitações e desviar recursos, continuava praticando os mesmos crimes.

Os investigados, nas duas operações, poderão responder pelos crimes de fraude a licitações, peculato e corrupção.
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