Enviar por e-mail





O impacto da obra no sistema hídrico do Rio Grande do Norte, em especial no Rio Piranhas-Assu, foi um dos aspectos técnicos abordados no debate.
Os técnicos da Secretaria Nacional de Infraestrutura do Ministério da Integração Nacional, da Agência Nacional das Águas (ANA) e do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) estiveram presentes com objetivo de esclarecer alguns pontos pendentes do projeto e responder dúvidas dos participantes.

A audiência pública serviu para explicar as responsabilidades de cada esfera do poder; como ocaso do Rio Piranhas-Açu que passa pelo RN e Paraíba, portanto, com maior empenho e diálogo entre a União e os estados, no tocante a gestão das águas. Este trecho, que se estende por 80 km em solo potiguar, já apresenta problemas de assoreamento que comprometem a qualidade da água transposta. Uma novidade foi a apresentação do projeto do eixo que beneficiará o Rio Apodi-Mossoró.

O senador Garibaldi Filho ratificou a importância da obra da transposição para a qualidade de vida do nordestino, principalmente do norte-rio-grandense, destacando o trabalho conjunto da bancada federal e o empenho na busca de soluções e recursos para agilizar a obra. Ele explicou a urgência da conclusão, citando a situação emergencial a qual se encontra os reservatórios do vale do Açu.

_A barragem Armado Ribeiro encontra-se com apenas 16% de sua capacidade, com medidas emergenciais em andamento. Não podemos esperar que a água acabe para agir. Considero a transposição como a obra mais importante do País, pois implica na vida de 12 milhões de brasileiros. Estamos em busca de recursos, emendas e viabilidade para concluir e manter a transposição_, disse o político do PMDB.
" />